Resenha: Cosa Nostra

A sua benção, Padrinho!

Há algumas semanas, recebi com certa curiosidade o arquivo de playtest do Cosa Nostra, da editora Estúdio V. E fiquei surpreso ao descompactar o arquivo!

Quem?

Cosa Nostra é obra da mente incansável do João Paulo Francisconi, que todo mundo conhece como co-autor do Bestiário de Arton e do Twitter @numefinorio. E o Nume reuniu ao seu redor uma galera de peso – entre eles os artistas Leonel Domingos e Marco Morte, que assinam a bela arte do jogo. Pra completar esse time, Tiago H. Ribeiro é o responsável pela agradável diagramação e identidade visual, e o editor é ninguém menos que Guilherme Moraes da Retropunk Game Design.

Só fera!

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Resenha: O Reino de Bundhamidão

Cá entre nós…

Eu não sou bom em resenhas. Sou um pouco mais prático. Gosto de ir direto ao que interessa, deixando de lado esse lance de descrever um livro capítulo a capítulo, descrever cada jogada possível no sistema. Darei minhas opiniões e impressões, e espero que isso baste pra vocês!

O humor permeia nossas mesas de jogo. Sempre que estamos reunidos com nossos amigos, não importa se a aventura é um horror psicológico ou um drama profundo: Falamos bobagens, rimos de um, de todos, de nós mesmos e do jogo que jogamos.

Por que não tornar isso oficial?

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Resenha: Minor Arcana CG

Capa do Manual de Regras

Saudações a todos! Estou aqui novamente e mais uma vez para comentar criações brasukas de rpgs e card games. A bola da vez é o CG Minor Arcana – uma tirada muito interessante de um cara chamado Augusto Rückert.

Minor Arcana é um card game, similar ao Magic ou Yu-Gi-Oh! TCG. Contudo, algumas características devem ser enfatizadas aqui. MACG (como vou chamá-lo nesta resenha) utiliza um baralho comum com 52 cartas do baralho comum (do Às ao 10, mais o Valete, a Dama e o Rei). Estas cartas são conhecidas no Tarot como Arcanos Menores – daí o nome do jogo.

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Resenha: Lajedos e Lagartos

RPG Cabra da Peste

Se há uma coisa que gosto de fazer na internet além de bater papo e escrever poesias é pesquisar novos sistemas para RPG. De preferência encontrar aqueles com algo que seja diferente de dados ou de cenários “mamã0-com-açúcar” dos criadores de jogos do gênero (fantasia medieval e terror continuam na frente, pelo visto). Sim, eles são legais, mas a novidade salta aos olhos em 80% das vezes.

Lajedos e Lagartos acaba saltando aos olhos pela novidade.

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