Equipamentos de Jogo, parte IV: Marcadores

Não, minha mãe não é costureira, gente…

Chegamos à parte quatro da série sobre acessórios usados no RPG. Guardem suas miniaturas, e joguem fora os lacres de refri! Falaremos hoje sobre marcadores.

Jogo RPG desde 1993, e nunca na história do D&D se usou tantos marcadores, miniaturas, mapas, maquetes, etc, como agora. Alguns consideram um defeito, outros acham bacana. Não é isso que vem ao caso. Pra mim, que migrei da 3.5 para a 4E, prefiro um monte de argolas de lacre de refrigerante do que uma planilha Excel para controlar os efeitos que terminar em tal rodada. É uma característica necessária ao sistema, e você tem que aprender a conviver com ela; do mesmo modo que os jogadores de Storyteller convivem com jogadas de zilhões de d10. 

Pessoas diferentes lidam com isso de forma diferente. Quem tem grana folgada, gasta com miniaturas e a mesa fica bem bonita. Eu, que não tenho esse atributo, burlo a natureza de forma criativa: 

 

Sabe aquele xadrez da xalingo? Pois é, ele vem com peças de damas. E daí? Daí que eu DETESTO damas! Então fui num pintor e mandei-o colorir as peças brancas, que uso como Personagens-Jogadores ou NPC’s importantes. As negras são os inimigos. 

  

Apesar de não ser esteticamente perfeito, a vantagem que os marcadores tem sobre as miniaturas são três, na minha humilde opinião: 1- preço; 2- tira aquela sensação de que é um jogo de bonequinhos, e você se concentra mais na estratégia (e roleplay); 3- é mais fácil arrumar um marcador da cor que você gosta do que uma miniatura EXATAMENTE igual ao personagem que você imaginou…

Agora, pra quem (como eu) não tem paciência de juntar as famigeradas argolinhas de refrigerante, encontrei um meio que me serviu bem melhor, já que minhas “miniaturas” são planas: Botões. 

 

Cada um representa uma condição: marcado, sangrando, derrubado, lento, enfraquecido… pensando bem, acho que vou precisar de mais cores… 

E é assim que marco minhas aventuras no mapa de combate. E você? Usa algum outro método? 

Até mais!

VEJA TAMBÉM:

Parte I: Livros

Parte II: Dados

Parte III: Fichas

8 comentários sobre “Equipamentos de Jogo, parte IV: Marcadores

  1. Muito bom! Não gosto de DeD, mas jogo com uns amigos.

    Quero até fazer uma postagem sobre a desnecessidade/vontade de miniaturas e citarei este texto, pois criei uma solução iniciada com a coleta de anéis de garrafas para o mestre: as tampas coloridas. A vantagem é que podemos colocar marcadores dentro delas (peças de War, bagos de feijão, pedrinhas, etc.). Esse negócio de miniaturas/bonequinhos tem outra desvantagem além do custo: espaço para guardar e eventual volume e peso ao transportar.

    Não entendi o uso dos botões, que é uma solução muito boa. Você vai empilhando eles, de acordo com os marcadores necessários?

    Pô, porque as peças de cor preta são os inimigos?

    Gilson

    1. Obrigado por mais um comentário, Gilson! é sempre bom ter opiniões de pessoas que não jogam a 4E, garanto que não irei te crucificar por causa disso! huaheuha…

      Então, eu costumo usar de duas maneiras: quando são poucas condições, uso em cima dos marcadores mesmo. Se são muitos, dou ao jogador pra ele pôr perto da ficha.

      Ah, quando você escrever esse seu post, manda o link pra mim, pra eu poder te prestigiar, beleza?

      E as negras são os inimigos simplesmente por que elas estão em maior número.

      Abraços!

  2. Nós usávamos pecinhas de War há algum tempo, e funfava que era uma beleza. Realmente, não precisa tanto de miniaturas!

  3. Nós usávamos pecinhas de War antigamente, e funfava que era uma beleza. Até hoje eu uso peças de xadrez pra representar minis que não tenho. Ou seja, há muitas alternativas, o importante é jogar! =D

    1. Com certeza! RPG é mais importante que estética (na maior parte das vezes, pelo menos!)

      Abraços!

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