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Dungeons & Dragons: 5E na prática

Post em edição extraordinária!

E mais uma vez o mercado internacional de RPG se movimenta, e os debates aquecem até atingir níveis acalorados, propício para mais uma “Edition War”: A WotC anunciou a produção da quinta edição do primeiro e mais famoso RPG de todos os tempos, Dungeons & Dragons.

OK, o ZUADA! não é um blog de notícias, e não temos quase nada pra falar da 5E (que não está sendo chamado assim pela editora… ainda), mas resolvi aproveitar o hype e colocar aqui como eu acho que esse anúncio e essa nova edição afeta a mim e a alguns leitores, na prática. Não vou nem colocar os links sobre o assunto; vocês devem estar cansados deles já.

Leia o resto deste post

Equipamentos de Jogo, parte III: Fichas

Esse fui eu quem fiz!

Terceira parte da série sobre trecos indispensáveis para um jogo de RPG. Vamos discorrer hoje sobre fichas, tanto de jogadores quanto de monstros. Primeiramente, tenho que agradecer ao Daniel Anand e ao Davi Salles por esse post; Não seria feito sem as dicas do Rolando 20.

Com a 4ª edição do D&D, a tecnologia entrou de vez no RPG, até para quem não a usava antes; Eu nunca havia usado fichas em PDF até a terceira edição, mas agora… muita gente nunca fez uma ficha de D&D 4E à mão, e eu nunca tirei fotocopia da ficha que vem no Livro do Jogador: é bem mais fácil imprimir.

Então, pra quem não usa o Character Builder da WoTC (ou prefere uma ficha em português), o Rolando 20 disponibilizou uma excelente ficha autocompletável em PDF, feita pelo Thiago Russo “Tillian”. O link está AQUI.

Mas se você é um Mestre da “Escola Véia“, que não dispensa uma ficha feita a mão (e adora contar os pontos dos personagens, pra saber se alguém tentou roubar…), recomendo a ficha disponível no site da Devir: o link está AQUI.

E sobre monstros: O Anand costuma dizer que não leva mais livros para a mesa de jogo; apenas a aventura, o Escudo do Mestre, e as fichas dos monstros… mas como eu não tenho aquelas fichinhas bacanas que vem no D&D Miniatures (nem a grana para adquiri-las…), eu descobri uma coisa chamada FICHA PAUTADA:

 Essa invenção maravilhosa da humanidade veio me salvar de uma lordose. Copio à mão mesmo as estatísticas dos monstros que usarei na aventura (e mais dois ou três de reserva, afinal, nunca se sabe, né?) e abracadabra! Minha mochila fica MUITO mais leve!

Além disso é um ótimo local pra você escrever as estatísticas de um monstro inventado ou modificado por você; A ficha que aparece no começo desse post foi feita com as dicas do podcast #26 do (onipresente) Rolando 20, sobre criação de monstros. Obrigado mais uma vez, Anand e Davi!

Já era! No próximo post, vou dissertar sobre os marcadores que uso na mesa de jogo!

Inté!

VEJA TAMBÉM:

Parte I: Livros

Parte II: Dados

Equipamentos de Jogo, parte I: Livros

Santa Devir, Bátimã!

Esse é o primeiro post de uma série sobre os acessórios essenciais utilizados numa aventura de RPG – e sobre como eu personalizo, modifico e aproveito o meu próprio material.

Como não poderia deixar de ser, o primeiro e mais importante material sobre o qual falarei são os livros. Afinal, é através deles que entramos em contato com as regras, ambientações e material suplementar – bom, pelo menos ERA assim, até a invenção do PDF e do D&D Insider

Como visto nas fotos, eu tento cuidar com carinho da minha pequena coleção de D&D 4E: Utilizo capas plásticas bem bacanas, que protegem da poeira e umidade, além de preservar as bordas, lombadas e a fantástica reserva de verniz, presente nas belas capas da WoTC/Devir.

Aqui em Fortaleza-CE, uma destas custa cerca de R$ 3,00, e meus livros não ficam mais do que UMA HORA sem elas… é a primeira coisa que eu faço depois que saio da loja onde eu comprei!

 

 

Uma pequena desvantagem da bendita capinha é o quando você guarda os livros na vertical (como eu…): A borda da capa amassa um pouco, dessa forma:

 

 

…mas nada comparado à deixar o livro SEM CAPA, pelo menos na minha opinião. E vocês? Como cuidam de seus livros?

É isso! No próximo post, vou falar um pouco da maior fonte de obsessão dos jogadores de RPG: Os dados!

Inté!

O problema do nome

Dê nomes aos bois... digo, aos PdJ's!

Dê nomes aos bois... digo, aos PdJ's!

Criar nomes para seus NPC´s, cidades, vilões ou para o papagaio do taverneiro pode ser um grande problema. Afinal, se você está jogando uma aventura de fantasia medieval, dificilmente um jogador levará a sério se o próximo inimigo se chamar Bolinha, ou algo do tipo. Jogadores também tem problemas assim: Basta falar em fazer uma nova ficha, que a galera pega a lista de playtesters dos jogos (o famoso “Gerador de Nomes”, incluso em quase todos os livros de RPG), e saem coisas do tipo “Gerald, o guerreiro”, ou “Josué, o Mago”.

Portanto, andei pensando em algumas dicas (e pesquisando um pouco no Google, afinal, ninguém é de ferro…) para que o Mestre e o Jogador não precisem mais passar por esse tipo de constrangimento na hora de criar um nome.

1- Inspire-se!

Se você é um leitor compulsivo como eu, que não deixa passar nem rótulo de xampú, “captar” algumas ideias da sua mídia predileta é um bom começo. Certa vez, na minha mesa de Street Fighter RPG, tive um lutador chamado Ong Bak (antes de alguém no meu bairro saber quem diabos era esse cara…), e ninguém estranhou: Era praticante de Muay-Thay, o nome combinava, então beleza. A não ser que seu mestre seja um tremendo de um puto, ele não vai se importar se o seu personagem se chamar “Aragorn” (de preferência, se for em um mundo que não a Terra Média…

Falando nisso, muitos Mestres esquecem desse aspecto: Homenagens. NPC´s famosos do seu cenário podem ter seu nomes copiados de propósito, talvez para trazer algum tipo de sorte ao recém-nascido. Isso cria verossimilhança e deixa o cenário um pouco mais real. Eu mesmo quase que viro uma homenagem: Nasci em 1980, ano da visita do Papa à Fortaleza, e por um triz eu não me chamei João Paulo… Meus jogadores já encontraram em Forgotten Realms, um taverneiro chamado “Azoun”, e um pirata de nome “Elminster” (Que o Greenwood não me ouça!).

2- Gere!

Geradores de nomes existem aos montes por aí, basta procurar. Eles variam dos mais simples – nomes para personagens medievais, elfos, hobbits, vampiros, geradores aleatórios… eu estou usando atualmente um gerador da Wizard of The Coast, dos tempos do D&D 3.5… às vezes cria uns nomezinhos meia-boca, mas no geral, dá pro gasto.  O link está AQUI (Em inglês). Tomara que eles não tirem do ar…

Mas o gerador on-line que detona mesmo é o Fantasy Name Generator, em inglês. Nomes sérios, divertidos, gregos, japoneses, de dragões, de Pokémon… Nome pra tudo quanto é gosto!

3- Invente!

O meu método predileto, e aqui eu misturo um pouco os dois métodos acima. Posso ver um nome bacana num gerador aleatório e modificá-lo pra ficar melhor, ou posso pegar um nome de alguma coisa (uma banda de Rock foi o exemplo mais recente de que eu ouvi falar…)  e customizá-lo. Eu pessoalmente prefiro escolher uma letra e escrever qualquer coisa que me vier à cabeça, o que geralmente traz bons frutos. De fato, quando você ouve  dizer que um cara criou um bárbaro chamado Gargaron Polinárius, fica feliz em saber que os seres humanos (e os mestres de RPG) são dotados de uma tremenda imaginação!

É isso! Até a próxima!