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Dungeons & Dragons: 5E na prática

Post em edição extraordinária!

E mais uma vez o mercado internacional de RPG se movimenta, e os debates aquecem até atingir níveis acalorados, propício para mais uma “Edition War”: A WotC anunciou a produção da quinta edição do primeiro e mais famoso RPG de todos os tempos, Dungeons & Dragons.

OK, o ZUADA! não é um blog de notícias, e não temos quase nada pra falar da 5E (que não está sendo chamado assim pela editora… ainda), mas resolvi aproveitar o hype e colocar aqui como eu acho que esse anúncio e essa nova edição afeta a mim e a alguns leitores, na prática. Não vou nem colocar os links sobre o assunto; vocês devem estar cansados deles já.

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Férias para seus Guerreiros

De preferência, de Havaianas

Aproveitando logo esse primeiro dia do ano modorrento, vamos abrir os trabalhos em 2012. já que hoje é Dia da Confraternização Universal, trago a vocês algumas elucubrações que fiz sobre feriados em mundos de fantasia medieval.

Muita gente aproveita datas comemorativas como Natal, Reveillon, etc, para trazer posts temáticos em seus blogs. Nada contra. Afinal, blogs são pra isso mesmo, posta o que quiser e lê quem quer. Campanhas de RPG também. Acho até bem criativa essa iniciativa, mas tirando os mundos inspirados em Crônicas de Nárnia (ou no nosso mundo real), não vejo motivos para se festejar o 25 de dezembro Arton ou Toril, por exemplo. Até brinquei com isso num post meu no RPG do Mestre. Num mundo medieval voltado para a agricultura e pecuária, geralmente não existia nem dias de folga (como os domingos), quanto mais uma folguinha de fim de ano…

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O que eu considero “Old School”

Salve, galera! Aos poucos vamos voltando com o blog, devagar e sempre!

Esse post, depois da minha Ode ao Old Dragon, serve para assumir de vez minha linha de pensamento sobre RPG daqui pra frente. MENOS É MAIS. Eu me achava um louco quando fui apresentado à maneira “nova” de jogar RPG, surgida depois dos anos 90.

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Resultado da Promoção Monstruosa!

Sim, isso é um monstro!

É chegado o momento! Vamos anunciar agora o vencedor da Promoção Monstruosa, que vai levar um Bestiário de Arton!

Como eu disse no post da promoção, levei em conta coisas como Originalidade, Criatividade e Diversão. Foram vários monstros enviados em diversos formatos de arquivos – texto, páginas de internet, PDF… e eu agradeço a cada um e a todos por perderem seu tempo bolando tanta coisa legal. Espero publicar os mais divertidos aqui aos poucos.

O monstro escolhido não era o meu favorito – estava em segundo – e perdia para as divertidas Doninhas da Quietude, do Jonathan Alexandre Moreira. Esses monstrinhos caóticos (que vocês vão conhecer em breve) arrancaram risadas minhas ao ler o texto. Mas durante uma avaliação mais apurada, notei algumas coisas que não ficaram legais; Vou inclusive propor ao Jonathan algumas mudanças, antes de publicá-lo. Mas valeu uma “Menção Honrosa” aqui.

Um “muito obrigado” especial ao Guilherme Svaldi, e a toda a galera da Jambô Editora, que acreditaram no ZUADA! pra fazer essa promoção bacana! Lembrando: Caso você tenha ficado triste por não ter ganho o Bestiário de Arton, não fique! Corra até a Loja Jambô e adquira já o seu!

Mas chega de conversa! Hoje é o dia do vencedor!

Apresento a vocês o Aurívoro, monstro enviado pelo Davide Di Benedetto,  colaborador do Área de Tormenta e dono do blog Caveira Cinza:

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Aurívoro

O Aurívoro assemelha-se com um simples pote ou recipiente, feito de material metálico e reluzente. Pequenas jóias parecidas com olhos adornam o artefato-criatura. Ele permanece a maior parte do tempo inerte e costuma habitar masmorras, labirintos, ou outros tipos de prédio abandonado.

Dizem que esse construto mágico foi inventado por clérigos malignos de Hyninn, o deus dos ladrões, e de Nimb, o deus do caos, durante uma noite de bebedeira e forjado com a alma de um halfling!

Talvez isso explique a razoável capacidade de raciocínio e percepção que possui, ausente na maioria dos construtos. Apesar dessa sua inteligência limitada ele é completamente incapaz de se comunicar com outros seres por quaisquer meios comuns ou mágicos… o que torna ainda mais difícil confirmar sua história de origem.

Na prática esse pequeno dispositivo amaldiçoado funciona como uma armadilha para aventureiros.

Quando alguém tenta abrí-lo ele ativa um poderoso vortéx que suga todos os tibares de prata, ouro ou platina que a vítima esteja carregando. O dinheiro é o combustível do qual essa criatura singular se alimenta e o que mantém funcionando.

O Aurívoro sempre tenta evitar conflitos e na primeira oportunidade utiliza sua habilidade mágica de teletransporte ou voo para se deslocar até um aposento seguro, onde possa se esconder e fazer sua “digestão” em paz.

Embora as lendas indiquem que apenas um único Aurívoro exista em Arton, essa não é uma informação precisa e não se sabe ao certo se existem mais dessas coisas espalhadas por aí…

Aurívoro  [ND1]

Construto 1, Pequeno, Neutro

Iniciativa: + 0

Sentidos: Percepção +5, Percepção às cegas 12 metros

CA: 20 (+1 des, + 1 tam, +8 natural)

Pontos de Vida: 15

Resistências: Fortitude +0, Reflexos +2, Vontade +2

Deslocamento: 12 m (Voador)

Ataques Corpo a – Corpo: Pancada +1 (1d4)

Perícias: Furtividade +9

Habilidades: For 10, Des 13, Con – , Int 10, Sab 13, Car 1

Tesouro: Nenhum

Vortéx de Hyninn – Qualquer um que abra a tampa de um Aurívoro deve ser bem sucedido num teste de Destreza (CD 15). Caso falhe todas as moedas que carrega consigo são magicamente sugadas para o interior do construto. Caso seja bem sucedido no teste apenas 50% do total do dinheiro (valor arredondado para baixo) é tomado.

A única maneira de recuperar as moedas é destruindo o Aurívoro. Caso o Aurívoro não seja destruído em 1d6 horas todos os tibares de prata, ouro e platina que se encontram em seu interior serão digeridos e não poderão mais ser recuperados.

Teletransporte de Nimb – Como uma ação padrão um Aurívoro pode desaparecer e reaparecer em um cômodo aleatório dentro uma mesma construção, em que ele se encontre (como por exemplo, uma masmorra, um templo, ou prédio…). Essa habilidade não funciona em ambientes externos.

Obrigado! – Quando derrotado um Aurívoro concede como recompensa, até o final do dia, um bônus de sorte de +6 em testes de Furtividade e Ladingem e 1 ponto de ação extra, para a pessoa que o destruiu.

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É isso, pessoal! Voltaremos em breve com novas promoções!