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	<title>Comentários sobre Zuada!</title>
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	<description>Muito RPG por nada...</description>
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		<title>Comentário sobre Locais Perigosos I: O Mausoléu Ohdrian por Dan Ramos</title>
		<link>http://zinezuada.wordpress.com/2013/04/22/locais-perigosos-o-mausoleu-de-ohdrian/#comment-725</link>
		<dc:creator><![CDATA[Dan Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 15:17:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Que bacana, Big! Esse tipo de post pra mim é o mais legal. Se um dia eu voltar a mestrar, vou usar com certeza :P]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que bacana, Big! Esse tipo de post pra mim é o mais legal. Se um dia eu voltar a mestrar, vou usar com certeza <img src='http://s2.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Comentário sobre Guerra dos Tronos RPG &#8211; A polêmica tradução da Jambô por BIG</title>
		<link>http://zinezuada.wordpress.com/2013/03/27/guerra-dos-tronos-rpg-a-polemica-traducao-da-jambo/#comment-724</link>
		<dc:creator><![CDATA[BIG]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 20:55:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O que é engraçado pois dizem que o Caldela é fã de GOT]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que é engraçado pois dizem que o Caldela é fã de GOT</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Guerra dos Tronos RPG &#8211; A polêmica tradução da Jambô por Eduardo</title>
		<link>http://zinezuada.wordpress.com/2013/03/27/guerra-dos-tronos-rpg-a-polemica-traducao-da-jambo/#comment-723</link>
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 10:26:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O que me pareceu que as traduções não tiveram base, me pareceu que o Caldela não leu nenhum livo do GoT, pois teria visto como é a tradução original. O Livro em si é muito bom! Sistema detalhado, vale muito a pena.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que me pareceu que as traduções não tiveram base, me pareceu que o Caldela não leu nenhum livo do GoT, pois teria visto como é a tradução original. O Livro em si é muito bom! Sistema detalhado, vale muito a pena.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre O Mestre não mandou por Dan Ramos</title>
		<link>http://zinezuada.wordpress.com/2013/04/12/o-mestre-nao-mandou/#comment-722</link>
		<dc:creator><![CDATA[Dan Ramos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Apr 2013 05:17:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Isso me lembrou a frase de um amigo: &quot;alguns tem fichas, outros tem personagens&quot;.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isso me lembrou a frase de um amigo: &#8220;alguns tem fichas, outros tem personagens&#8221;.</p>
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		<title>Comentário sobre O Mestre não mandou por Kaique</title>
		<link>http://zinezuada.wordpress.com/2013/04/12/o-mestre-nao-mandou/#comment-721</link>
		<dc:creator><![CDATA[Kaique]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Apr 2013 03:00:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na mesa que narro AD&amp;D há muitos jogadores (em torno de 12), mas com frequência vários faltam, o que deixa geralmente a mesa com 5 ou 6. Escolhi então narrar aventuras como os Módulos. Eu crio uma região (um templo antigo, uma torre abandonada, um complexo de cavernas, uma floresta misteriosa habitada por sabe-se lá o que) para eles explorarem, então dou um motivo para isso, ou eles criam um, ou são levados por um gancho da última aventura.

A aventura é quase toda pensada antes, e tudo o que acontece com eles depende das ações deles nela, com a maior imparcialidade que eu conseguir. Não uso escudo, apenas escondo jogadas que precisam ser escondidas (uma rolagem para perceber armadilhas, por exemplo). A jogo rola muito bem :D]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na mesa que narro AD&amp;D há muitos jogadores (em torno de 12), mas com frequência vários faltam, o que deixa geralmente a mesa com 5 ou 6. Escolhi então narrar aventuras como os Módulos. Eu crio uma região (um templo antigo, uma torre abandonada, um complexo de cavernas, uma floresta misteriosa habitada por sabe-se lá o que) para eles explorarem, então dou um motivo para isso, ou eles criam um, ou são levados por um gancho da última aventura.</p>
<p>A aventura é quase toda pensada antes, e tudo o que acontece com eles depende das ações deles nela, com a maior imparcialidade que eu conseguir. Não uso escudo, apenas escondo jogadas que precisam ser escondidas (uma rolagem para perceber armadilhas, por exemplo). A jogo rola muito bem <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O Mestre não mandou por Diogo Nogueira</title>
		<link>http://zinezuada.wordpress.com/2013/04/12/o-mestre-nao-mandou/#comment-720</link>
		<dc:creator><![CDATA[Diogo Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 21:51:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para mim você falou tudo com isso &quot;Mas isso foi antes da Terceira Edição de D&amp;D.&quot;

O mestre deixou de ser o cara que fazia o jogo acotnecer, criava uma aventura, desafiava os jogadores, fazia eles serem criativos e se aventurarem, para ser um cara que serve como veículo para as regras e para fazer os &quot;heróis&quot; mostrarem o que sabem fazer. O jogo deixou de ser sobre o que você faz na hora, sobre as ideias e ações que você tinha que pensar durante o jogo, para ser sobre aquilo que seu personagem consegue fazer porque você gastou X pontos por isso.

Mas é uma maneira de jogo que muita gente gosta. Todo o poder aos jogadores, o mestre fica relagado a ser apenas um cara que está ali para agradar e fazer os personagens mostrarem os seus &quot;poderes&quot;. Fazer o quê... Eu ainda prefiro jogos em que as respostas não estão nas regras e que o mestre apenas as usa como ferramentas para arbitrar o jogo justamente, desafiando os jogadores, e fazendo com que eles se orgulhem do que conseguem fazer durante o jogo, e não dos poderes que seus personagens possuem.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para mim você falou tudo com isso &#8220;Mas isso foi antes da Terceira Edição de D&amp;D.&#8221;</p>
<p>O mestre deixou de ser o cara que fazia o jogo acotnecer, criava uma aventura, desafiava os jogadores, fazia eles serem criativos e se aventurarem, para ser um cara que serve como veículo para as regras e para fazer os &#8220;heróis&#8221; mostrarem o que sabem fazer. O jogo deixou de ser sobre o que você faz na hora, sobre as ideias e ações que você tinha que pensar durante o jogo, para ser sobre aquilo que seu personagem consegue fazer porque você gastou X pontos por isso.</p>
<p>Mas é uma maneira de jogo que muita gente gosta. Todo o poder aos jogadores, o mestre fica relagado a ser apenas um cara que está ali para agradar e fazer os personagens mostrarem os seus &#8220;poderes&#8221;. Fazer o quê&#8230; Eu ainda prefiro jogos em que as respostas não estão nas regras e que o mestre apenas as usa como ferramentas para arbitrar o jogo justamente, desafiando os jogadores, e fazendo com que eles se orgulhem do que conseguem fazer durante o jogo, e não dos poderes que seus personagens possuem.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O Mestre não mandou por Cesar</title>
		<link>http://zinezuada.wordpress.com/2013/04/12/o-mestre-nao-mandou/#comment-719</link>
		<dc:creator><![CDATA[Cesar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 21:25:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Se o narrador/gm se der o trabalho de ler os livros antes de mestrar, deixando todo mundo previamente avisado do que vale e do que não vale na história, e além disso arbitrar os conflitos de acordo com as regras conhecidas e aceitas por todos, dificilmente as decisões dele vão ser questionadas por advogados de regras.

Normalmente o que acontece é um GM despreparado tentando salvar da ruína histórias mal planejadas, permeadas por inconsistências, incoerências e premissas absurdas - as quais fazem a história desabar quando os jogadores interagem com ela.

No mais, usualmente a quebra de uma regra normalmente tem a ver com railroading: o GM não esperava ou não queria que a história se desdobrasse em certa direção, logo, quebra as regras do jogo - por exemplo, negando sucessos obtidos legitimamente pelos jogadores através do uso de habilidades permitidas para seus personagens - apenas para manter os jogadores nos trilhos e a história se desenvolvendo do modo que ele planejou.

De um modo ou de outro, o problema fundamental ainda é o despreparo e a incapacidade de alguns Gms para se adaptar ao jogo - dificuldade de aceitar as contribuições narrativas feitas pelos jogadores, sejam aquelas feitas através de interpretação, sejam aquelas feitas através de regras (uso de habilidades e afins) e incorporá-las a história em curso.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se o narrador/gm se der o trabalho de ler os livros antes de mestrar, deixando todo mundo previamente avisado do que vale e do que não vale na história, e além disso arbitrar os conflitos de acordo com as regras conhecidas e aceitas por todos, dificilmente as decisões dele vão ser questionadas por advogados de regras.</p>
<p>Normalmente o que acontece é um GM despreparado tentando salvar da ruína histórias mal planejadas, permeadas por inconsistências, incoerências e premissas absurdas &#8211; as quais fazem a história desabar quando os jogadores interagem com ela.</p>
<p>No mais, usualmente a quebra de uma regra normalmente tem a ver com railroading: o GM não esperava ou não queria que a história se desdobrasse em certa direção, logo, quebra as regras do jogo &#8211; por exemplo, negando sucessos obtidos legitimamente pelos jogadores através do uso de habilidades permitidas para seus personagens &#8211; apenas para manter os jogadores nos trilhos e a história se desenvolvendo do modo que ele planejou.</p>
<p>De um modo ou de outro, o problema fundamental ainda é o despreparo e a incapacidade de alguns Gms para se adaptar ao jogo &#8211; dificuldade de aceitar as contribuições narrativas feitas pelos jogadores, sejam aquelas feitas através de interpretação, sejam aquelas feitas através de regras (uso de habilidades e afins) e incorporá-las a história em curso.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O Mestre não mandou por Jota Marques</title>
		<link>http://zinezuada.wordpress.com/2013/04/12/o-mestre-nao-mandou/#comment-718</link>
		<dc:creator><![CDATA[Jota Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 21:00:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quando mestro, a primeira coisa que aviso aos jogadores é que o livro de regras é apenas um guia de referência. E que a mesa de jogo não é uma democracia. 
Alguns dizem que isso é muita tirania do mestre, mas acho que isso só acontece ( a tirania) se o mestre esquecer que ele é apenas uma ferramenta para a diversão do jogo e não a diversão em si.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando mestro, a primeira coisa que aviso aos jogadores é que o livro de regras é apenas um guia de referência. E que a mesa de jogo não é uma democracia.<br />
Alguns dizem que isso é muita tirania do mestre, mas acho que isso só acontece ( a tirania) se o mestre esquecer que ele é apenas uma ferramenta para a diversão do jogo e não a diversão em si.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O Mestre não mandou por O Bardo</title>
		<link>http://zinezuada.wordpress.com/2013/04/12/o-mestre-nao-mandou/#comment-717</link>
		<dc:creator><![CDATA[O Bardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 15:36:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em Guerra dos Tronos, faremos o que o mestre mandar! Porque, se fizermos o que o tio Martin disser, morreremos todos!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em Guerra dos Tronos, faremos o que o mestre mandar! Porque, se fizermos o que o tio Martin disser, morreremos todos!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre O Mestre não mandou por metalgeisha</title>
		<link>http://zinezuada.wordpress.com/2013/04/12/o-mestre-nao-mandou/#comment-716</link>
		<dc:creator><![CDATA[metalgeisha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 13:33:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Hey, Big! Minha regra é assim: nada de discussão de regra na mesa, a não ser que seja uma coisa mega absurdamente emergencial e necessária. Nada é mais broxante que parar o jogo porque o advogado de regras começou a discutir com o mestre, pra depois ficar meia hora apontando página de livro e quebrar o clima todo.
Acho que o mestre na hora tem que dar o veredicto mesmo, e depois da sessão que se entenda com o jogador. Até porque, é uma falta de respeito a todo mundo da mesa parar tudo por conta de uma coisa que pode muito bem ser resolvida depois.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hey, Big! Minha regra é assim: nada de discussão de regra na mesa, a não ser que seja uma coisa mega absurdamente emergencial e necessária. Nada é mais broxante que parar o jogo porque o advogado de regras começou a discutir com o mestre, pra depois ficar meia hora apontando página de livro e quebrar o clima todo.<br />
Acho que o mestre na hora tem que dar o veredicto mesmo, e depois da sessão que se entenda com o jogador. Até porque, é uma falta de respeito a todo mundo da mesa parar tudo por conta de uma coisa que pode muito bem ser resolvida depois.</p>
]]></content:encoded>
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